- Pai,mãe.Eu e Melanie vamos morar em Londres. - A garota de olhos castanho escuro falou com firmeza na voz.Era seu sonho desde os 15 anos.
- Não,claro que não.Já sei como irá terminar isso,voce não vai querer voltar e vai nos abondonar. - Katherine,mãe da garota disse.
- Mãe !
- Além disso, é outro país,não outra cidade,Faith! É perigoso,voce vai estar sozinha com Mel sem ninguém que conheça.E se acontecer algo ? - A mulher ainda jovem olhou a garota que mordia os lábios.
- Posso falar ? Não é como se eu tivesse 14 anos.Sei me cuidar. Katy (ela não chama a mãe de ''mãe) tenho 22 anos,já terminei a faculdade,tenho meu próprio trabalho,e dinheiro.E este é um sonho que tenho desde os 15 anos quando decidi ser psicologa.
Os pais da garota a fitaram curiosos e aflitos.Eram ótimos argumentos ,Faith não era amis criança e eles não podiam a prender mais para eles.Faith fez faculdade de psicologia mas mesmo durante a faculdade ela trabalhava como modelo fotográfica para ganhar seu próprio dinheiro .Faith conhece Melanie ou Mel como a chamamdesde os tres anos de idade .As duas estudaram juntas e fizeram faculdade juntas e desde os 15 anos obtem esse desejo de morar em Londres.
- Faith tem razão.Mas saiba que não será tão fácil como parece . - Diz o pai da garota a olhando aflito, era sua única filha.Dói pensar em ficar sem a sua pequena.
- É,eu sei pai. Mas estamos dispostas a passar por tudo. - Disse sorrindo.
[...]
'Eu sabia bem quais eram os riscos que eu teria por me apaixonar por ele. Sabia que ele não era do tipo de garoto pelo qual alguma menina se apaixona, mas, por algum motivo, ele tinha meu coração. Ele era um garoto insensível, grosso, drogado, esnobe, sem coração, sem piedade, sem amor... Ele era um completo idiota. Tratava todos da pior maneira. Brincava com as pessoas, principalmente com as garotas e depois as jogava no lixo, nunca mais olhava na cara de nenhuma delas. Elas sabiam bem como era o seu jeito, mas, eu, ainda estava aprendendo. Eu não era uma garota certinha, mas, também não era toda rebelde. Eu era um pouco dos dois. Mas, por algum motivo, depois de tudo, eu me apaixonei por ele; pelo pior garoto da cidade. E por qual motivo nós sempre nos apaixonamos pelos idiotas? Às vezes ele costumava a ser bruto comigo, mal educado e quando eu perguntava sobre sentimentos, ele virava a cara e não falava mais comigo por um bom tempo. Talvez depois de tudo, ele pudesse sentir algum tipo de carinho por mim, mas, acho que não. Ele se diz incapaz de amar. Mas, às vezes esse seu lado machista sumia e dava lugar a um garoto extremamente engraçado e fofo, o que era bem raro e por isso que eu sempre aproveitava quando ele estava assim. Ele tinha milhões de problemas, mas, eram todos aqueles seus defeitos, apesar de todos eles, eu o amava. Por mais bobo que fosse amar alguém assim, sofrer por alguém assim... Amar é assim, morrer aos poucos. O amor é algo suicida.
(Love is Suicide)
(Love is Suicide)

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