domingo, 28 de abril de 2013

MDC - Oh mama, I just shot a man down'


Point of view: Zayn Malik .
Quando me vi livre, a primeira providencia que tomei foi procurar meus primos, e encontrei-os no mesmo lugar de sempre onde costumávamos ficar escondidos durante os dias. Harry e Louis continuavam com as mesmas feições de antes, porém Liam estava com o rosto visivelmente mais maduro, e continuavam todos bad's..
– Zayn ?
– Lendas sobrevivem para contar histórias.
– Puta que pariu! LOUIS ,HARRY PAREM DE SE COMER E  VEJAM QUEM ESTÁ DE VOLTA! – os três colocaram-se de pé na minha frente e abraçaram-me um a um ,em seguida fazendo nosso toque.– Pensamos que ficaria até o meio do ano, ainda estamos em Março!
– Fui preso em Novembro, não sabe contar babaca? Minha pena foi de um ano e quatro meses,caso interesse. – coloquei um cigarro nos lábios e traguei, jogando a fumaça em seguida para cima – Vamos deixar a conversa para depois, preciso que me acompanhem até o batalhão próximo daqui onde trabalha o filho da puta que me pegou. Preciso matá-lo.
– Louis, arrume uma arma para Zayn com mira de longo alcance e um silenciador.
– Estamos virando profissionais? – dei uma risada entre uma tragada e outra do meu cigarro –
– Digamos que depois que você foi preso surgiram algumas oportunidades. Os caras tem medo de você, Zayn. – Liam  sorriu – Conseguimos armas profissionais, bastante munição, conseguimos até mesmo granadas e gás lacrimejante. Poderiamos passar dez anos sem comprar armas de fogo.
– Ótimo. Mataram alguém? – segurei o cigarro entre o indicador e polegar retirando-o da boca –
– Com certeza. O primeiro foi um pouco depois de você ser preso. Você acredita que o cara que arrancou seu capuz teve a audácia de passar aqui outra vez? Harry acabou com a cara dele, Louis e eu nem pudemos aproveitar, o cara estava praticamente morto. Foram só dois tiros. – deu de ombros –
– Liam, trouxe essa aqui. – Louis usava luvas e segurava uma arma pela bandoleira – Silenciador, mira de longo alcance, visão noturna, visão de calor e três disparos em um. É o suficiente para você? – o sorriso maldoso no rosto de Louis foi retribuído por mim –
– Acho que para começar está bom. Quando podemos ir? – tomei as luvas de Louis e passei a bandoleira ao redor do pescoço voltando a tragar o cigarro que antes queimava em meus dedos –
– Melhor esperarmos anoitecer. Ou podemos ir agora até o térreo daquele prédio abandonado. É distante, mas é um dos melhores aproximadores que temos e vai funcionar bem.
– Creio que durante a noite será mais interessante. Por enquanto podemos apenas ficar aqui. Vou na casa dos meus pais arrumar algum dinheiro, tratar a merda do meu cabelo e pegar roupas. Volto de noite.
Ao chegar em casa meus pais imploraram de joelhos para que eu não atravessasse aquela porta novamente rumo a vida que tinha antes, mas foi inútil. Mesmo assim deixaram claro que a qualquer momento poderia voltar e eles estariam ali prontos para dar um rumo digno a minha vida. . Dentro da mala haviam roupas, cinco pares de tênis e aproximadamente dez mil dólares. Deixei tudo na casa onde morava com meus primos e fui ao encontro deles. Silenciosamente seguimos pelas ruas do Brooklyn sempre sem chamar a atenção e quando estávamos posicionados no alto do prédio, coloquei as luvas para manusear a arma. Armei o apoio e encaixei a arma, aproximando o olho do circulo com a mira. Ao ativar a visão noturna percebi que a arma demorou um pouco para adaptar-se, porém em poucos segundos eu já conseguia ver figuras verdes movendo-se lentamente de um lado para o outro.
– Zayn, você consegue ver um grupo perto de um carro? – Harry sussurrava no meu ouvido tentando guiar-me até o homem certo –
– Sim.
– Espere um pouco, eles estão trocando o turno. Ok, tem três se afastando e agora só sobraram dois.
– Ele é o gordo. – afirmei sorrindo – Essa arma é mesmo boa, nós estamos muito distantes. – o homem se moveu e eu acompanhei-o com a mira –
– Não brincamos mais em serviço. – Harry  riu – Preste bem atenção agora. Ele está entrando no carro, mas está com uma rosquinha na mão e vai terminá-la antes de começar a dirigir. O outro homem que estava com ele acabou de entrar. Atire quando quiser. – o sussurro era cada vez mais baixo –
– Mais um pouco...
Esperei até que o policial estivesse engolindo a primeira mordida para disparar. Silêncio. Dois segundos depois ele estava tombando para o lado.
– Porra Zayn, você acertou de primeira! Como pode ser tão bom com medidas? – Harry riu enquanto nós retirávamos as balas da arma –
– Dom, algo que você nunca vai ter, Harry
– Tenho dom o suficiente para quebrar seus dentes. – o braço passou pela frente do meu pescoço pegando-me em um mata leão que encaixou perfeitamente, eu estava praticamente desmaiando – Não vai se render?
– Nunca. – sussurrei antes de erguer a perna e acertar o tornozelo no meio das pernas de Harry–
– As moças podem parar de brincar? Nós acabamos de matar a porra de um policial. – Liam já estava com tudo pronto – Podemos ir?
– Alguém está irritado. – ergui a sobrancelha ironicamente – Eu acabei de sair da prisão e matei um cara, Liam. Posso muito bem acabar com você.
– Acabe comigo quando ninguém estiver nos procurando.
Sem que eu pudesse perceber, Louis havia seguido pelo meio da mata e o corpo do policial já não estava mais jogado sem vida dentro do veículo. Ficamos conversando ainda no alto do prédio até que meu primo mais velho estivesse lá novamente.
– O que fez com o corpo? – perguntei curioso –
– Sem corpo, sem provas !
Ao chegar de volta na segurança do bairro onde comandávamos tudo, queimamos qualquer prova que pudesse nos incriminar. Roupas, sapatos, luvas, tudo. As cinzas foram misturadas a água e jogadas no rio. Harry  e Liam  foram dormir enquanto Louis  e eu permanecemos de pé diante da única entrada e saída do bairro vigiando tudo. Estar vigiando cada passo que as pessoas davam era a coisa que eu mais sentia falta enquanto estava dentro daquela cela. Retirei o cigarro dos lábios, jogando-o no chão antes de encostar-me no muro ao lado de Louis
– Louis, preciso da sua ajuda.
– Quem iremos matar agora?
– Por enquanto ninguém. Pode ir comigo até a Universidade de Direito amanhã? Tenho que falar com um otário  que provavelmente estuda lá.
– Já? Não acha melhor esperar uma semana para começar a partir corações outra vez? – ele riu sarcasticamente –
– Deixe de ser otário, Louis. Eu vou procurar o filho da desgraçada que me condenou. O nome dele é Niall , ele visitou a prisão a pouco tempo e uma das amigas estúpidas deixou escapar que ele é a filho daquela maldita. Não quero matá-lo por enquanto, apenas deixarei avisado de que tenho todos os movimentos dele sob controle e que se sumir da faculdade ou contar para alguém darei um jeito de acabar com ele e com a mãe antes de ir preso.
– Você vai foder tudo indo até lá. Todos vão nos reconhecer, mas eu estou dentro.
– Tenho uma maneira de passar despercebido até mesmo por você, e daremos um jeito nesse seu estilo escroto. Basta te colocar uma roupa decente e também passará despercebido. Não precisaremos de armas nem nada, separe apenas cigarros para um dia inteiro. – alisei o cano da arma presa em meu pescoço e sorri – Vamos seguir o infeliz.

Minha Doce Vingança . Yaoi / Ziall.


Niall soube desde o dia em que nossos olhares se cruzaram pela primeira vez: havia perigo em cada célula do meu corpo. O cigarro em meus lábios era o aviso: não sou homem para você. Eu deveria repeli-lo como fazia com todos, mas o que era motivo para que pessoas normais se afastassem pareceu extremamente atrativo para aquele garoto. Meu cabelo, minhas roupas, minhas tatuagens, até mesmo meu sorriso. Eu era um criminoso em busca de vingança e ele era a oportunidade perfeita, mas aquele garoto selaria meu destino, me faria pagar por todos os meus pecados.



Narração de Zayn  / Broklyn'
– Ei Harry , passe a bola!
Minha movimentação na pequena quadra foi rápida e em dez segundos a bola atravessou o garrafão.
– CINQUENTA E NOVE A TRINTA E OITO!
Voltei a correr pelo lugar com Louis em meu encalço. Quiquei a bola três vezes e joguei-a para Liam que conseguiu distrair Harry e marcou mais dois pontos para nós.
– SESSENTA E UM A TRINTA E OITO!
– Vocês estão roubando. – Louis peitou-me fazendo com que meu corpo desse alguns passos para trás –
– Vá se foder. Perca como homem.
O olhar que o garoto  me lançou foi ameaçador, eu não me importei. Corri com a bola até o garrafão e saltei, encaixando-a com perfeição no círculo. O braço forte laçou meu pescoço e apertou numa tentativa de estrangulamento, meu cotovelo acertou em cheio a lateral do rosto de Harry
– Porra Zayn, você está ficando cada vez mais rápido! – ele reclamou com a mão na bochecha –
– Sessenta e três a trinta e oito, Harry.
Antes que tivesse tempo para me dar conta do que estava acontecendo minhas pernas já estavam se movimentando com velocidade através da escuridão de uma das ruas do Brooklyn. Pulei três muros com facilidade sendo seguida por Liam,Louis e Harry. E pela polícia, é claro. O caminho que me levara até ali havia sido longo. Há três anos atrás eu havia decidido que não queria estudar e por mais que meus pais tivessem batido pé eu não voltei atrás, e eles apenas aceitaram minha escolha apesar de eu ser um garoto de 14 anos. Como se não fosse o suficiente, meus primos decidiram o mesmo, e então nós começamos a passar o dia inteiro na rua jogando basquete e fumando. Em menos de dois meses já havíamos nos tornado uma das gangues mais procuradas daquele bairro, e sentimos tanto orgulho daquilo que começamos a fazer por merecer. Roubamos, assaltamos, demos surras em gente inocente, em ladrões, começamos a traficar, beber, fizemos tatuagens e criamos um nome. Nós éramos a gangue Killa. Ninguém entrava e nem saia do bairro depois das onze da noite, nenhuma outra gangue ousava atravessar a fronteira, muitas vezes a própria policia fugia dali. A arma sempre fixa na minha cintura e na dos meus parceiros dava o aviso: perigo. Nós éramos verdadeiros criminosos e nos orgulhávamos daquilo. Em um dos nossos assaltos, a vítima, um garoto loiro com cara de criança teve a audácia de retirar o pano que cobria meu rosto e correu. Disparei seis tiros na direção da figura distorcida, porém não creio que acertei nenhum. Prova disso é que agora eu estava pulando uma cerca e logo atrás vinha um policial sedento pelo meu sangue.
– VAMOS, PULE! RÁPIDO! – Louis gritava já do outro lado –
– CORRAM SEUS IDIOTAS! ELES VÃO ME PEGAR!
Pouco depois senti uma mão alcançar meu tornozelo e me fazer escorregar até o chão, caindo com tudo. A maldita calça que eu usava havia ficado presa
– Você está preso,muleque.
Consegui ainda me livrar do policial mais uma vez apesar de já estar com os pulsos algemados. Corri para um lugar qualquer onde pudesse esconder-me por algumas horas e ir ao encontro de Liam,Louis e Harry no nosso pequeno esconderijo do outro lado da cidade, entretanto o homem fardado parecia determinado a acabar com a minha vida e derrubou-me no chão, algemando também meus tornozelos. Ao chegar no presídio masculino não me deixei intimidar pelas outros criminosos que havia ali exatamente por saber que apesar de ter apenas 17 anos eu tinha muito mais roubos em meu currículo do que metade daquelas homens. Minha cela era um lugar frio e horrendo com uma cama dura e algo me dizia que aquele seria meu lar por um longo tempo. Quando o vigia noturno passou diante da minha cela eu agarrei a gola da farda preta com a ponta dos dedos e puxei-o com violência, fazendo com que o rosto branco grudasse na grade.
– O dia em que eu estiver livre daqui eu matarei você.
Passei aproximadamente um mês dormindo mal. Eu gostava da vida que levava mesmo sabendo o risco que corria, mas eu não queria estar na prisão. Eu queria continuar roubando e batendo em alguns caras nas noites em que estivesse entediada. Eu queria tirar um vagabundo de dentro de um conversível e destruir o carro dele apenas pelo prazer de saber que seria um babaca com carro a menos no mundo. Queria beijar garotas, deixá-las apaixonadas e partir o coração delas. Era a vida que eu amava. No dia do meu julgamento por incrível que pareça meus pais compareceram e tentaram amenizar a situação. Meu advogado apresentou centenas de provas ao meu favor, e até mesmo um dos promotores públicos quis me ver livre, mas não aquela mulher. Aquela maldita juíza me condenou.
– Meritíssima, nosso filho é menor de idade! Ele não tem um pingo de juízo e não tem a menor noção da conseqüência de seus atos! Não pode mandar prendê-lo num presídio masculino de segurança máxima! – meu pai estava andando com o meu advogado ao seu lado – Ele nunca matou ninguém! Não condene-o a ficar preso.
– Senhor, peço que permaneça em seu lugar. Seu  filho é um criminoso, me arriscaria a dizer que pode se tornar um dos mais perigosos desse país, e o senhor me pede que não o condene? Procuramos por esse garoto há três anos!
– Vamos acabar logo com isso. – meu advogado levantou-se e aproximou-se da juíza – Quanto às acusações de roubo, tráfico de drogas e violência , o ré se declara?
Meu sorriso cínico na direção da mulher com a roupa negra pareceu deixá-la ainda mais enfurecida.
– Inocente.
– O corpo de juízes pode se pronunciar a respeito.
– Certo. – um homem com camisa branca levantou-se e leu um papel – Quanto às acusações de roubo, declaramos o ré culpado. Quanto às acusações de tráfico de drogas, declaramos o ré culpado. Quanto às acusações de violência, declaramos o ré inocente.
– Podemos negociar a pena que ela deverá cumprir. – meu advogado virou-se de frente para ela – Um ano com condicional e fiança.
– Um ano e quatro meses sem condicional, sem fiança e sem visitas.
Quando o martelo acertou a madeira foi impossível manter meu estado sóbrio enquanto avançava por aquela sala na direção da mulher. Passei meus braços algemados por trás do pescoço, puxando-a pela nuca até que nossas testas estivessem coladas.
– Eu vou me vingar de você! Maldita!
Ainda tive tempo para acertá-la na testa com o queixo antes de ser retirada por dois policiais que guiaram-me novamente até minha cela. Teria tempo livre o suficiente para pensar em vingança enquanto estivesse riscando os muros daquele quadrado onde estava confinada. A oportunidade me sorriu quando um ano depois uma turma de futuros advogados foi até o presídio fazer uma investigação e entender cada julgamento feito ali. Agarrei-me a grade observando a movimentação dos adolescentes nos corredores com um cigarro queimando em meus lábios. As garotas pareciam assustadas, os garotos estavam eufóricos. Observei atentamente a turma e vi um rosto que me pareceu familiar.
– Veja Josh, esse era o líder da gangue Killa, do Brooklyn. – uma garota loira e alta sussurrou para o amigo – Foi a mãe de Niall  que o condenou.
Instantaneamente meu olhar desviou-se para um segundo garoto ali . O  filho da juíza. A vingança perfeita.

MDP - I just can't get you out of my head.


O dia estava ensolarado lá fora.Olhei no relógio de meu celular:01:00PM . Suspirei,amanhã é segunda,dia de trabalho .Amo o que faço,ser psicologa e modelo são coisas que sempre quis mas estaria mentindo se dissesse que não cansa.Mas não posso me queixar,o trabalho é simples e eu ganho bem.Graças a Deus. Trabalho de segunda a sexta de 09:00AM até 05:00 PM . Eu e Melanie trabalhamos em um mesmo consultório ,todo final do mes recebemos nosso salário de  $900,00 doláres . A gente junta uma parte do dinheiro para pagar as contas do apê e pagar mercantil,enfim essas coisas.Melanie é uma pessoa ótima para se conviver.No final do ano pretendemos passar as férias no Brasil com nossos familiares.


Eu estive com muito medo quando tomei a decisão de vim para Londres,afinal não é outra cidade era outro país. Do outro lado do oceano,sem ninguém aqui,somente eu e Melanie. Mas graças a Deus,deu tudo certo. Desde a faculdade vinhamos juntando dinheiro ,com o que ganhavámos como modelo,e o que nossos pais nos davam e quando davam . Passamos um ano ainda no Brasil trabalhando em um consultório e juntando dinheiro.No começo não foi fácil,quando chegamos fomos para um hotel,mas não nos demos o luxo de escolher um hotel luxuoso e caro.Primeiro passo fomos atrás de um emprego e um apartamento.Sorte é que aqui na Europa as pessoas ganham bem,até mesmo as empregadas daqui ganham super bem.Assim que achamos o apê (apartamento) nos mudamos,tínhamos pouca coisa,aos poucos fomos nos estabilizando,uma comprava uma coisa para casa,outra comprava outra e assim vai.


Melanie e eu mandamos dinheiro para nossos familiares,mas nem sempre é assim. Esse mes vamos fazer diferente,vamos mandar presentes pelo o correio (avá) . Essa semana recebemos nosso salário e o que sobrar compraremos presentes para nossos familiares.E mandarei junto uma carta dizendo como anda tudo e tals.Ligo para eles uma vez por mes e olhe lá,pois a ligação é muito cara.Falo com eles mais pela a internet.Sinto muito a falta deles,mas é isso ai. Não posso ficar dependente dos meus pais para sempre né.Eu mandava $50,00 para cada um e meus primos e irmãos como são pequenos apenas mandava $30,00. O apartamento nós compramos então temos que pagar apenas o condomínio que  é $250,00 por mes.Se voce me perguntasse se eu gostaria de voltar para o Brasil ,eu diria não. É outra realidade.Fui interrompida de meus pensamentos por Melanie:


- Ainda pensando no tal garoto misterioso ? - Ela disse risonha me fazendo rir.


- Não. - A verdade é que desde que o vi,não o tiro da cabeça.E eu me pergunto se ele também pensa em mim ou já esqueceu ,por que ele estava olhando descaradamente para mim e não fazia questão de disfarçar. 


- Aham ,sei . - Falou desconfiada. - Vem,o almoço está pronto .


Conversamos enquanto comiamos. Lavei a louça e me arrumei,pretendia ir na livraria ,lançou o último livro da saga Sussurro , Finale . E eu queria comprar. Após me arrumar,suspirei saindo de casa,o dia frio como sempre.Sorri sem mostrar os dentes e comecei a andar. Senti ser observada,olhei para os lados mas não via ninguém,as pessoas que estavam por ali pouco se importava comigo. Balancei a cabeça negativamente e voltei a andar .


Justin Bieber P.O.V


Fui no café comprar um cappuccino para mim ,entrei e as pessoas não me perceberam ,algumas olhavam mas logo viravam a cara.Andei até o balcão.


- Um cappuccino por favor. 


- Tamanho grande,pequeno ou médio ?


- Médio . 


- $09,00 dólares senhor. - Tirei a carteira do bolso logo tirando o dinheiro . Fiquei esperando a atendente me dar o cappuccino ,olhei em volta e percebi em uma mesa longe uma garota lendo um livro.Cabelos preto liso,era magra,seu corpo era todo ideal para ele ,não tinha nada muito pequeno nem muito grande. Ela levantou um pouco rosto ,e quando finalmente ia olhar seu rosto a atendente me interrompe.


- Aqui seu cappuccino senhor. 


- Obrigada. - Falei pegando o cappuccino e saindo logo dali,me encostei no meu carro tomando meu cappuccino ,observei as pessoas ao redor da rua. Quando menso espero ,já havia tomado todo meu cappuccino . Joguei em um lixo que havia ali na calçada e me encostei em meu carro ,peguei minha carteira de cigarros tirando um dali e o acendendo logo levando até a boca,olhei para dentro do café e a vi. A mesma garota morena.Ainda lia o livro,ela deu um pequeno sorriso sem mostrar os dentes e pude ver seu rosto,ela tinha uma face que ao mesmo tempo que parecia de bebe parecia de uma mulher,seus lábios era de bebe,mas o batom vermelho a deixava completamente mulher,lábios tão beijáveis, os olhos ,acho que eram  pretos  mas eram lindos,bochecha rosada . Ela era perfeita,a face inocente . Eu gosto de garotas assim ,apesar de pegar muitas vadias e sinceramente nunca vi uma vadia com cara santa de inocencia. Seu olhar direcionou para mim ,dava para ve-lá perfeitamente através do grande vidro . Seu olhar se perdeu em mim,ficamos nos olhando até a garçonete ir até ela ,entregou o pedido para ela,ela agradeceu sorrindo e que sorriso ,era fofo . Deixou o livro de lado tomando um gole de seu cappuccino, me olhou novamente ,dei um sorriso de lado e entrei em meu carro. Hora de ir para casa Justin !


Não consegui ,nem mesmo dormir com vadias adiantou algo .Simplismente não consegui parar de pensar naquela garota . Qual é,eu não sou assim. Nunca gostei de uma garota ,apenas minha mãe e minha irmã,claro. Sem esquecer minha avó.  Fui no café novamente e ela estava lá,ela não me viu apenas pegou seu café e saiu ,a segui ,ela entrou em um condominio . Então é ali que ela morava,bom saber. Voltei para casa . Logo após o almoço decidi sair e fui para o condominio dela, assim que cheguei vi ela sair . A segui observando ela atentamente , ela se virou ,acho que percebeu que estava sendo seguida. Me escondi ,ela se virou novamente andando. A segui entrar em uma livraria . Entrei também colocando o capuz,não era um livraria grande. Me sentei em uma mesa,ela procurou em uma sessão,pegou um livro e sorriu. Foi até o caixa perguntando quanto era ,o rapaz do caixa falou ''$30,00 dólares''. Ela sorriu tirando do bolso uma nota de $50,00  o entregou,ele passou o livro colocou na sacola e deu o troco a ela. Ela disse um ''Obrigado'' e ele sorriu para ela. Ela saiu,e eu fui atrás. 


Me diz,o que essa garota tem que eu não consigo tira-lá da cabeça ?

From the moment I met you. - MDP.


Faith Sooyoung Collins Narrando..


Já se passaram 4 meses que estamos em Londres,eu sempre fui boa em ingles então foi fácil para mim,Melanie mais ou menos mas ela fez um curso se esforçou e ... Bom , no começo foi difícil para gente aqui em Londres.Tivemos que comprar tudo para a casa.A gente se reveza para arrumar a casa,mas quem faz a comida mesmo é ela,eu sou péssima para cozinha.Conseguimos já emprego em um consultório há mais ou menos um mes. Antes estávamos com o dinheiro que haviámos juntado e com o que nossos pais nos deram,minha mãe fez um show mas no final concordou,ela me teve com 15 anos,ainda é nova e bem conservada ,meu pai tinha 17 na época. Eles não chegaram a casar ,pelo o contrário quando eu era nova terminaram o namoro. Minha mãe é casada e tem dois filhos homens,meu pai só namora e mora junto.Eu e Melanie  juntamos bastante dinheiro desde a faculdade .


- Mel, vou no Starbucks tá ? Vou lanchar lá e ler também.


Falei mostrando meu livro ''Sussurro''. Eu amo esse livro,sem dúvidas é minha série preferida de livro. Ela  disse um ''Tudo bem'' e foi tomar banho,ia passar o dia assistindo a maratona de The Walking Dead ,é a série preferida dela. Sai de casa e fui no Strabucks que tem perto do meu apartamento.Ao chegar lá ,não estava tão lotada mas não tinha pouca gente . Fui para uma mesa  um pouco distante perto do vidro que dava para ver a rua . Uma garçonete veio até mim sorridente.


- Olá, o que vai querer ? - Falou educada. 


- Ãm, um mistão e um cappuccino . E só . - Falei sorrindo para ela sem mostrar os dentes.Ela retribuiu o sorriso e saiu . Abri meu livro na página que parei e comecei a ler.


“Patch sorriu.

— Estou aqui para inspecionar sua casa para o novo sistema de alarme.

— Achei que você tinha um emprego diferente - mamãe disse - Achei que você servia mesas no Borderline.

— Eu tenho um trabalho novo.- Patch fixou seus olhos nos meus e eu esquentei em muitos lugares. Na verdade, eu estava perigosamente perto de ferver.

— Aqui fora? - ele me perguntou.

Eu o segui até sua moto.

— Ainda temos muito que conversar - eu disse.

— Conversar? - Ele chacoalhou a cabeça, seus olhos cheios de desejo. Beijar, ele sussurrou nos meus pensamentos.

Não era uma pergunta, mas um aviso. Ele sorriu quando eu não protestei e abaixou sua boca até a minha. O primeiro toque foi apenas isso – um toque. Uma provocação, atraente suavidade. Lambi meus lábios e o sorriso do Patch se aprofundou.

— Mais? - ele perguntou.

Eu entrelacei minhas mãos em seus cabelos, trazendo-o para mais perto.

— Mais.”


Suspirei ,que fofos . Senti ser observada,fixei meu olhar para a janela e o vi.Ele estava encostado em um carro preto,uma das mãos no bolso enquanto a outra continha um cigarro.Cabelos castanhos claro,olhos hipnotizantes,ah aqueles olhos eles absorviam tudo e não devolviam nada,boca rosada em um formato de coração parecia até ser desenhada. Ele me olhava atentamente,como se me estudasse.Levou o cigarro até a boca e soprou o fumo em um perfeito anel de uma forma sensual.Eu queria não o olhar , não o deixar perceber o efeito que teve sobre mim,eu queria me afastar mas algo me mantinha sobre ele,eu não conseguia desviar o olhar . Ele tinha um olhar misterioso,para falar a verdade era todo misterioso. Fui interrompida de pensamentos por uma voz suave .


- Seu misto e seu cappuccino moça. - A garçonete havia interrompido a troca de olhares ,ela deixou o prato com o misto em cima da mesa junto de meu cappuccino e saiu. Bebi um gole do cappuccino e o olhei ,ele ainda me olhava.A situação era um tanto desagradável , e até mesmo constrangedora.Desviei o olhar para o livro o fechando e colocando em cima da mesa,quando olhei novamente para ele ,ele deu um sorriso de lado e se virou entrando no carro . Me deixando com a seguinte pergunta ''Quem era ele ? '' e ''Será que ainda vou ver ele ?''

Prólogo - Minha Doce Psicologa.


- Pai,mãe.Eu e Melanie vamos morar em Londres. - A garota de olhos castanho escuro falou com firmeza na voz.Era seu sonho desde os 15 anos.


- Não,claro que não.Já sei como irá terminar isso,voce não vai querer voltar e vai nos abondonar. - Katherine,mãe da garota disse.




- Mãe !




- Além disso, é outro país,não outra cidade,Faith! É perigoso,voce vai estar sozinha com Mel sem ninguém que conheça.E se acontecer algo ? - A mulher ainda jovem olhou a garota que mordia os lábios.




- Posso falar ? Não é como se eu tivesse 14 anos.Sei me cuidar. Katy (ela não chama a mãe de ''mãe) tenho 22 anos,já terminei a faculdade,tenho meu próprio trabalho,e dinheiro.E este é um sonho que tenho desde os 15 anos quando decidi ser psicologa.




Os pais da garota a fitaram curiosos e aflitos.Eram ótimos argumentos ,Faith não era amis criança e eles não podiam a prender mais para eles.Faith fez faculdade de psicologia mas mesmo durante a faculdade ela trabalhava como modelo fotográfica para ganhar seu próprio dinheiro .Faith conhece Melanie ou Mel como a chamamdesde os tres anos de idade .As duas estudaram juntas e fizeram faculdade juntas e desde os 15 anos obtem esse desejo de morar em Londres.




- Faith tem razão.Mas saiba que não será tão fácil como parece . - Diz o pai da garota a olhando aflito, era sua única filha.Dói pensar em ficar sem a sua pequena.




- É,eu sei pai. Mas estamos dispostas a passar por tudo. - Disse sorrindo.




[...]




'Eu sabia bem quais eram os riscos que eu teria por me apaixonar por ele. Sabia que ele não era do tipo de garoto pelo qual alguma menina se apaixona, mas, por algum motivo, ele tinha meu coração. Ele era um garoto insensível, grosso, drogado, esnobe, sem coração, sem piedade, sem amor... Ele era um completo idiota. Tratava todos da pior maneira. Brincava com as pessoas, principalmente com as garotas e depois as jogava no lixo, nunca mais olhava na cara de nenhuma delas. Elas sabiam bem como era o seu jeito, mas, eu, ainda estava aprendendo. Eu não era uma garota certinha, mas, também não era toda rebelde. Eu era um pouco dos dois. Mas, por algum motivo, depois de tudo, eu me apaixonei por ele; pelo pior garoto da cidade. E por qual motivo nós sempre nos apaixonamos pelos idiotas? Às vezes ele costumava a ser bruto comigo, mal educado e quando eu perguntava sobre sentimentos, ele virava a cara e não falava mais comigo por um bom tempo. Talvez depois de tudo, ele pudesse sentir algum tipo de carinho por mim, mas, acho que não. Ele se diz incapaz de amar. Mas, às vezes esse seu lado machista sumia e dava lugar a um garoto extremamente engraçado e fofo, o que era bem raro e por isso que eu sempre aproveitava quando ele estava assim. Ele tinha milhões de problemas, mas, eram todos aqueles seus defeitos, apesar de todos eles, eu o amava. Por mais bobo que fosse amar alguém assim, sofrer por alguém assim... Amar é assim, morrer aos poucos. O amor é algo suicida.

(Love is Suicide)

Minha Doce Psicologa.


Ele me olhava atentamente,como se me estudasse.Levou o cigarro até a boca e soprou o fumo em um perfeito anel de uma forma sensual.Eu queria não o olhar , não o deixar perceber o efeito que teve sobre mim,eu queria me afastar mas algo me mantinha sobre ele,eu não conceguia desviar o olhar .Ele era perigo na certa,isso dava para ver em cada célula de seu corpo ,mas eu nunca gostei do certo 


mesmo.